A doença de Alzheimer é uma condição neurodegenerativa ainda sem cura, mas médicos especialistas afirmam que parte dos casos pode ser evitada ou ter sua progressão retardada por meio de mudanças no estilo de vida.
Segundo a revista científica The Lancet, cerca de 45% das demências, incluindo o Alzheimer, estão associadas a fatores de risco modificáveis, como sedentarismo, obesidade, hipertensão, diabetes, tabagismo, consumo excessivo de álcool, depressão, isolamento social, poluição do ar e baixa escolaridade.
De acordo com o Instituto Alzheimer Brasil, fatores como envelhecimento, predisposição genética e sexo feminino são não modificáveis, mas representam apenas parte da equação. Já elementos ligados a hábitos e condições de saúde podem ser controlados ao longo da vida.
Especialistas ressaltam que a prevenção passa por uma rotina ativa — física, mental e socialmente — além de alimentação equilibrada, rica em frutas, vegetais, peixes e antioxidantes.
A estimulação intelectual e a educação continuada também ajudam a fortalecer a chamada “reserva cognitiva”, protegendo o cérebro contra o declínio precoce.
Embora não seja possível eliminar completamente o risco de desenvolver a doença, os médicos destacam que escolhas saudáveis têm potencial para reduzir significativamente a probabilidade de Alzheimer e promover um envelhecimento cerebral mais seguro.
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