O jogo entre Benfica e Auckland City, pela segunda rodada do Grupo C do Mundial de Clubes, parecia ser simples no papel — mas acabou marcado por uma reviravolta fora das quatro linhas.
Com direito a paralisação de mais de duas horas por causa de uma tempestade em Orlando e uma discussão tensa entre técnico e jogador, o duelo terminou com uma goleada avassaladora: 6 a 0 para os portugueses.
Clima virou o primeiro adversário do Benfica
Durante o intervalo, os organizadores suspenderam a partida por mais de duas horas por precaução. O tempo fechou de forma repentina no estádio e, segundo os protocolos do torneio, a interrupção foi obrigatória por conta dos alertas de segurança.
Mesmo com a demora, os jogadores retornaram a campo e o Benfica logo retomou o controle da partida. A equipe já vencia por 1 a 0 com um gol de pênalti de Di María no fim do primeiro tempo.
Jogo tenso e cobrança pública de treinador
Logo no início do segundo tempo, Pavlidis marcou o segundo, e o time deslanchou. Renato Sanches, Barreiro (duas vezes) e Di María novamente completaram o placar.
Mas o ambiente interno deu sinais de turbulência: o técnico Bruno Lage trocou Kokçu por Renato Sanches e a substituição gerou uma reação irritada do meia, que saiu gesticulando. O treinador rebateu de forma veemente, em um momento de tensão visível no banco.
Classificação encaminhada, mas desafio à vista
Com o resultado, o Benfica chegou aos quatro pontos e assumiu a liderança do grupo. A decisão pela vaga direta nas oitavas de final será contra o Bayern de Munique, adversário na última rodada da fase de grupos. Do outro lado, o Auckland City ainda enfrenta o Boca Juniors.
O ambiente instável no banco pode afetar o desempenho português contra um dos favoritos do torneio. Resta saber se o ótimo desempenho em campo será suficiente para compensar o clima de tensão nos bastidores.
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