O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou, em 1º de outubro, mais um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do influenciador Hytalo Santos e de seu marido, Israel Nata Vicente.
O relator do caso, ministro Rogério Schietti Cruz, destacou que o fato de o casal ser réu primário e ter residência fixa não é suficiente para afastar os fundamentos da prisão preventiva.
Com isso, a Justiça manteve a detenção do casal, que segue respondendo a acusações graves ligadas à exploração de menores.
O casal foi preso inicialmente em São Paulo, no dia 15 de agosto, durante operação policial que investigava crimes de exploração sexual.
Poucos dias depois, em 28 de agosto, eles foram transferidos para o Presídio do Róger, em João Pessoa, na Paraíba, onde permanecem sob custódia.
As investigações apontam para indícios de tráfico de pessoas e de produção de conteúdo envolvendo menores, que eram divulgados nas redes sociais do influenciador.
Denúncia aceita parcialmente
Na semana anterior, a Justiça da Paraíba aceitou parcialmente a denúncia do Ministério Público e tornou o casal réu por produção de pornografia infantil.
Já as demais acusações, como exploração sexual e tráfico de pessoas, foram desmembradas e encaminhadas para análise da Vara Criminal de Bayeux.
Afinal, esse desdobramento garante que o processo siga em duas frentes, ampliando o escopo da investigação e mantendo a pressão judicial sobre o influenciador e seu marido.
Próximos passos do processo
Com a nova negativa do STJ, Hytalo Santos e Israel Nata Vicente seguem presos preventivamente enquanto as denúncias avançam.
Contudoo, a expectativa é de que as próximas audiências aprofundem a análise das provas, definindo se as demais acusações serão também aceitas pela Justiça.
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