Fique conectado com a gente

Olá, o que você está procurando?

Política

Jornal Nacional noticia que Bolsonaro pode ir para cadeia nas próximas 24h

Ministro Alexandre de Moraes cobra explicações e pode decretar prisão imediata do ex-presidente

Bolsonaro sentado prestando depoimento
(Foto: Reprodução)

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está na mira da Justiça e pode ser preso nas próximas 24 horas. A informação foi destaque no Jornal Nacional desta segunda-feira (21) e gerou forte repercussão nas redes sociais.

O motivo é o possível descumprimento de medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu Bolsonaro de usar redes sociais, direta ou indiretamente.

Mesmo assim, vídeos de um ato realizado na Câmara dos Deputados, onde Bolsonaro aparece discursando e exibindo a tornozeleira eletrônica, circularam em perfis ligados a seus aliados. Um dos vídeos foi publicado em uma conta de apoio ao deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

Na fala, Bolsonaro afirma ser vítima de “covardia” e se diz injustiçado: “Não roubei os cofres públicos, não desviei recurso público, não matei ninguém, não trafiquei ninguém. Isso aqui é um símbolo da máxima humilhação em nosso país.”

Para Alexandre de Moraes, isso viola as medidas impostas. Ele determinou que a defesa do ex-presidente apresente explicações até esta terça-feira (22), às 21h.

Se a justificativa não for aceita, o ministro poderá decretar a prisão imediata de Jair Bolsonaro. O clima político no país fica ainda mais tenso com a possibilidade real de o ex-presidente ser detido nas próximas horas.

Leia também

Cidades

Investigação aponta que crime teria sido motivado por dívida e resultou na prisão do mandante em operação policial

Política

Declaração foi divulgada após o governo norte-americano aplicar a Lei Magnitsky e revogar vistos de nomes ligados ao ministro Alexandre de Moraes.

Política

Alexandre de Moraes determinou inspeções em veículos e monitoramento externo da residência do ex-presidente

Famosos

Influenciador é acusado de envolver adolescentes em vídeos com conotação sexual e teve redes bloqueadas pela Justiça