O desaparecimento de quatro homens que saíram de São Paulo rumo ao interior do Paraná terminou de forma trágica.
Após 44 dias de buscas intensas, os corpos das vítimas foram encontrados em uma área de mata fechada, com marcas de tiros e enterrados em uma cova clandestina, segundo a Polícia Civil.
O caso, que chocou o país, agora ganha novos contornos com a revelação das identidades e da motivação por trás do crime.
As vítimas haviam viajado para cobrar uma dívida milionária envolvendo a venda de um sítio, mas não retornaram. A investigação apontou que a cobrança pode ter sido o estopim para a execução.
Quem eram as vítimas
Os quatro homens foram identificados como:
- Alencar Gonçalves de Souza
- Diego Henrique Afonso
- Rafael Juliano Marascalchi
- Robes Leid Oliveira
Todos saíram de São José do Rio Preto (SP) em 5 de agosto com destino a Icaraíma (PR), onde fariam a cobrança de uma dívida que ultrapassava R$ 1 milhão, segundo familiares.
Portanto, o grupo teria vendido uma propriedade rural, mas os compradores não efetuaram o pagamento integral do valor combinado.
Como os corpos foram encontrados
Após semanas de buscas com o apoio de cães farejadores e drones, a Polícia Civil recebeu uma denúncia anônima que indicava o local onde os corpos estariam.
Policiais encontraram os corpos em uma mata, a apenas 650 metros de onde estava escondida a caminhonete das vítimas, dentro de um ‘bunker’ improvisado.
A equipe identificou as vítimas pelas roupas e pelos objetos pessoais localizados junto aos corpos.A perícia confirmou que todos tinham marcas de disparos de arma de fogo.
Quem são os suspeitos
A investigação aponta dois nomes como principais suspeitos:
- Antônio Buscariolo, 66 anos
- Paulo Ricardo Costa Buscariolo, 22 anos, filho de Antônio
Pai e filho são os compradores da propriedade envolvida na dívida e estão foragidos. A polícia também apura se outras pessoas participaram do crime, já que a execução exigiria logística e preparação para ocultar os corpos e o veículo.
Os advogados dos suspeitos afirmam que eles não têm relação com o local onde encontraram os corpos e dizem confiar nos resultados da perícia para esclarecer os fatos.
Repercussão e próximos passos
O caso gerou grande comoção em São José do Rio Preto, onde as vítimas moravam e eram conhecidas no ramo de negócios rurais. A polícia continua as diligências para localizar os foragidos e entender todos os detalhes do crime.
Contudo, especialistas em segurança destacam que o uso de sistemas de inteligência artificial e cruzamento de dados pode acelerar a resolução do caso nas próximas semanas.
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