conflito Archives - Todas as Notícias https://todasasnoticias.com.br/tag/conflito/ Você pode dentro de tudo que está acontecendo Thu, 04 Dec 2025 12:58:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/todasasnoticias.com.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-91529792-b223-4aed-a3cb-9986dbfe9897.png?fit=32%2C32&ssl=1 conflito Archives - Todas as Notícias https://todasasnoticias.com.br/tag/conflito/ 32 32 209477406 Israel mata generais iranianos e cientistas nucleares em ofensiva aérea https://todasasnoticias.com.br/israel-mata-generais-iranianos-e-cientistas-nucleares-em-ofensiva-aerea/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=israel-mata-generais-iranianos-e-cientistas-nucleares-em-ofensiva-aerea Sun, 02 Nov 2025 06:19:02 +0000 https://todasasnoticias.com.br/?p=2211 Bombardeio destrói centros estratégicos e mata figuras-chave do programa militar e atômico do Irã

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O ataque aéreo realizado por Israel contra alvos em território iraniano causou mais do que danos materiais: ao menos três generais da elite militar iraniana e dois cientistas ligados ao programa nuclear foram mortos durante a ofensiva.

As mortes elevam a gravidade do conflito e aumentam o risco de retaliação direta por parte do Irã.

A TV estatal iraniana já confirmou as perdas e descreveu os mortos como “mártires da revolução”. Entre os nomes revelados estão membros das Forças Armadas e da Guarda Revolucionária, braço mais ideológico e estratégico do regime.

Quem eram os mortos nos bombardeios

Um dos mortos seria o general Mohammad Bagheri, chefe das Forças Armadas do Irã, conhecido por ser o cérebro por trás da modernização militar do país. Outro nome citado é o de Hossein Salami, que comandava ações externas do regime.

Além dos militares, também teriam sido atingidos os cientistas Fereydoun Abbasi e Majid Rezaei, ambos ligados ao setor de energia nuclear e frequentemente apontados por serviços de inteligência como figuras-chave no avanço do projeto atômico iraniano.

Alvos foram centros estratégicos

As mortes ocorreram durante ataques a instalações militares em Isfahan e regiões próximas a Natanz, cidade que abriga estruturas sensíveis do programa nuclear iraniano.

Segundo relatos, um centro de comando da Guarda Revolucionária e laboratórios de pesquisa foram destruídos.

A ofensiva israelense foi pontual e rápida, mas atingiu alvos de alto valor simbólico e estratégico o que explica a resposta emocional do Irã e o tom elevado das ameaças feitas nas últimas horas.

Escalada do conflito parece inevitável

Com a morte de lideranças de peso, cresce o temor de uma retaliação dura e direta, especialmente com o aumento da pressão popular no Irã por uma resposta imediata.

A ofensiva israelense, antes vista como defensiva, pode ter cruzado a linha da dissuasão e entrado na lógica da guerra declarada.

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Israel x Irã: entenda a origem e os interesses por trás do conflito https://todasasnoticias.com.br/israel-x-ira-entenda-a-origem-e-os-interesses-por-tras-do-conflito/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=israel-x-ira-entenda-a-origem-e-os-interesses-por-tras-do-conflito Sun, 15 Jun 2025 06:28:06 +0000 https://todasasnoticias.com.br/?p=2543 Bombardeios recentes reacendem uma disputa antiga por influência no Oriente Médio e ampliam o temor de uma guerra regional

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A tensão entre Israel e Irã voltou a dominar as atenções internacionais depois de uma série de bombardeios que reacenderam o medo de uma guerra de grandes proporções no Oriente Médio. Desde a noite de quinta-feira (12), no horário de Brasília, Israel atacou cidades, bases militares e instalações ligadas ao programa nuclear iraniano. O Irã prometeu retaliação.

Por trás dessa nova ofensiva está uma disputa antiga por influência na região. Especialistas apontam que Israel, mesmo enfrentando uma crise política interna, aproveitou uma janela de oportunidade para tentar enfraquecer seu principal adversário estratégico: o Irã.

Um histórico de rivalidade

A origem do conflito entre Israel e Irã está na disputa por poder e influência no Oriente Médio. Israel é uma potência militar cercada por países com os quais mantém relações tensas. O país também é acusado de ocupar territórios palestinos e promover ataques sistemáticos na Faixa de Gaza.

Do outro lado, o Irã — uma república islâmica de maioria xiita — financia e apoia grupos considerados inimigos de Israel, como o Hezbollah no Líbano, o Hamas na Palestina e milícias no Iraque e no Iêmen. Esse conjunto de aliados é conhecido como “eixo de resistência” e tem sido liderado por Teerã ao longo das últimas décadas.

Nos últimos anos, porém, o Irã vem sofrendo sucessivos golpes, com perdas estratégicas atribuídas a Israel. Entre elas, a destruição de bases do Hezbollah, o enfraquecimento do governo sírio — que era aliado de Teerã — e, mais recentemente, a morte do presidente iraniano em um acidente de helicóptero em 2024.

O projeto expansionista de Israel

Para o professor Ronaldo Carmona, da Escola Superior de Guerra (ESG), o governo de Benjamin Netanyahu aproveitou o momento de fragilidade do Irã para levar adiante um antigo plano: o chamado “Grande Israel”, que prevê a ampliação da influência israelense e o enfraquecimento dos rivais na região.

Segundo ele, mesmo com forte desgaste político dentro do país, Netanyahu vê na atual conjuntura uma oportunidade para consolidar seu projeto estratégico.

A crise nuclear

Outro fator que intensificou os ataques foi uma resolução aprovada pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), afirmando que o Irã não vem cumprindo os compromissos de transparência sobre seu programa nuclear. A agência aponta que o país já acumula 400 quilos de urânio enriquecido a 60% — patamar próximo ao necessário para a fabricação de bombas atômicas.

No dia seguinte à aprovação da resolução, Israel bombardeou fábricas de armamentos e instalações nucleares iranianas, matando cientistas e militares. Teerã classificou o ataque como agressão direta e prometeu reagir.

Acusações mútuas

Israel acusa o Irã de tentar desenvolver armas nucleares que poderiam ser usadas contra seu território. Já o Irã nega e afirma que seu programa atômico é voltado exclusivamente para fins pacíficos, como a produção de energia e a medicina nuclear.

Teerã também alega ser alvo de uma campanha política liderada pelos Estados Unidos, França, Grã-Bretanha e Alemanha — com influência direta de Israel.

Enquanto isso, Israel continua sendo um dos poucos países que nunca assinou o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) e, segundo especialistas, possui cerca de 200 ogivas nucleares, embora nunca tenha confirmado oficialmente.

*Com informações da Agência Brasil

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