família Archives - Todas as Notícias https://todasasnoticias.com.br/tag/familia/ Você pode dentro de tudo que está acontecendo Thu, 04 Dec 2025 13:05:41 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://i0.wp.com/todasasnoticias.com.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-91529792-b223-4aed-a3cb-9986dbfe9897.png?fit=32%2C32&ssl=1 família Archives - Todas as Notícias https://todasasnoticias.com.br/tag/familia/ 32 32 209477406 STJ decide que pensão alimentícia não termina automaticamente aos 18 anos https://todasasnoticias.com.br/stj-decide-que-pensao-alimenticia-nao-termina-automaticamente-aos-18-anos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=stj-decide-que-pensao-alimenticia-nao-termina-automaticamente-aos-18-anos Sun, 30 Nov 2025 23:07:56 +0000 https://todasasnoticias.com.br/?p=5238 Decisões do STJ indicam que a obrigação alimentar não acaba automaticamente aos 18 anos e pode ser mantida em casos de necessidade comprovada

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A maioridade, por si só, não extingue o direito à pensão alimentícia. De acordo com a jurisprudência consolidada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e diversos tribunais estaduais, o pagamento pode continuar quando o filho comprova necessidade, especialmente durante a formação acadêmica.

Essa interpretação leva em conta o princípio da solidariedade familiar, que prevê o dever dos pais de auxiliar financeiramente os filhos enquanto estes não têm condições de se sustentar.

Até quando a pensão pode ser mantida

Embora não exista lei que fixe um limite, os tribunais têm adotado como referência a idade de 24 anos, desde que o filho esteja matriculado e frequentando curso universitário. A manutenção depende de comprovação da necessidade e da dedicação aos estudos.

Provas exigidas

Para manter o benefício após os 18 anos, é necessário apresentar documentação como:

  • comprovante de matrícula atualizado;
  • histórico escolar ou acadêmico;
  • frequência no curso;
  • ausência de renda suficiente para o próprio sustento;
  • comprovantes de estágio que demonstrem remuneração insuficiente.

Sem essas provas, o juiz pode reduzir ou encerrar o pagamento.

O que dizem as decisões do STJ

O entendimento tem sido reforçado em julgados importantes:

  • No REsp 1.234.933/DF, o STJ definiu que, atingida a maioridade, cabe ao filho provar a necessidade da pensão.
  • No AgRg no REsp 1.215.911/RS, a corte considerou legítima a manutenção do benefício até os 24 anos para universitário sem renda própria.

Em casos em que o filho não frequenta aulas ou já possui emprego capaz de cobrir suas despesas, o benefício tende a ser extinto.

Revisão da pensão

O responsável pelo pagamento pode ingressar com ação revisional ou de exoneração. Cabe ao alimentante demonstrar a mudança na situação, enquanto o filho deve comprovar a necessidade de continuidade. O juiz decide com base no chamado binômio necessidade x possibilidade, considerando tanto as condições do filho quanto a capacidade financeira dos pais.

Panorama da pensão universitária

A pensão após os 18 anos não é automática. Trata-se de uma obrigação que se adapta às circunstâncias da vida. Se o filho demonstra dedicação aos estudos e depende do auxílio financeiro, a pensão pode ser mantida até os 24 anos. Caso contrário, os tribunais têm respaldado a revisão ou a exoneração.

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A ordem em que você nasceu entre os irmãos pode ter moldado sua personalidade — e muita gente nem desconfia https://todasasnoticias.com.br/a-ordem-em-que-voce-nasceu-entre-os-irmaos-pode-ter-moldado-sua-personalidade-e-muita-gente-nem-desconfia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-ordem-em-que-voce-nasceu-entre-os-irmaos-pode-ter-moldado-sua-personalidade-e-muita-gente-nem-desconfia Thu, 19 Jun 2025 20:20:48 +0000 https://todasasnoticias.com.br/?p=2874 Estudos mostram que o lugar que você ocupa entre seus irmãos pode influenciar decisões, inseguranças, estilo de vida e até sua forma de amar

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Muita gente nunca parou para pensar, mas a ordem de nascimento dentro da família pode ter um impacto real na forma como você se comporta, reage a desafios e enxerga a si mesmo. Ser o filho mais velho, o caçula, o do meio ou o único carrega marcas sutis que moldam a personalidade.

Psicólogos e pesquisadores como Alfred Adler e Frank Sulloway estudaram durante décadas os efeitos da ordem de nascimento. E o que eles descobriram é que, mesmo sem perceber, muitos padrões emocionais que carregamos na vida adulta estão ligados ao nosso lugar na estrutura familiar.

Pode parecer exagero, mas a forma como você disputa atenção, lida com autoridade ou cuida dos outros pode ter começado muito antes do que imagina.

Filho mais velho: responsabilidade, cobrança e liderança precoce

O primogênito costuma ser visto como o exemplo. Muitas vezes, assume responsabilidades cedo, age com maturidade acima da média e busca reconhecimento através do desempenho.

Sua autoestima costuma estar ligada à competência. Quando não se sente valorizado, pode se tornar rígido, controlador ou autocobrador. Também tende a ser mais conservador nas decisões, pois carrega o peso de não decepcionar.

Filho do meio: busca por identidade e habilidade para mediar conflitos

Quem nasce entre irmãos geralmente vive o desafio de encontrar seu lugar. Sem o status do mais velho e sem o mimo do caçula, desenvolve desde cedo habilidades sociais, flexibilidade e diplomacia.

É comum que busque atenção de formas criativas ou que se afaste da família em busca de uma identidade própria. Pode ser o mais rebelde ou o mais adaptável, dependendo do ambiente.

Filho caçula: espontaneidade, criatividade e necessidade de atenção

O caçula muitas vezes é o mais livre e espontâneo da família. Recebe menos cobranças diretas e mais permissividade. Isso pode gerar adultos mais extrovertidos, criativos e afetivos.

Por outro lado, quando não se sente acolhido, pode desenvolver comportamentos dependentes, dificuldade para lidar com frustrações e necessidade constante de aprovação.

Mas e quem foi filho único? Ou criado como tal?
Esse perfil tem características próprias que nem sempre são bem compreendidas.

Filho único: maturidade precoce e universo interior intenso

Crescer sem irmãos faz com que o filho único conviva mais com adultos desde cedo. Por isso, desenvolve um senso de responsabilidade, introspecção e observação aguçados.

Costuma ter autonomia e foco, mas também pode sofrer com perfeccionismo, solidão e dificuldades para dividir espaço ou ceder em relações.

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