guerra Archives - Todas as Notícias https://todasasnoticias.com.br/tag/guerra/ Você pode dentro de tudo que está acontecendo Thu, 04 Dec 2025 12:58:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://i0.wp.com/todasasnoticias.com.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-91529792-b223-4aed-a3cb-9986dbfe9897.png?fit=32%2C32&ssl=1 guerra Archives - Todas as Notícias https://todasasnoticias.com.br/tag/guerra/ 32 32 209477406 Ali Khamenei lider do Irã promete retaliação contra Israel e ameaça atacar bases dos EUA https://todasasnoticias.com.br/ali-khamenei-lider-do-ira-promete-retaliacao-contra-israel-e-ameaca-atacar-bases-dos-eua/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ali-khamenei-lider-do-ira-promete-retaliacao-contra-israel-e-ameaca-atacar-bases-dos-eua Mon, 03 Nov 2025 06:26:02 +0000 https://todasasnoticias.com.br/?p=2215 Após bombardeios israelenses, líderes iranianos dizem que inimigos “pagarão caro” e preparam resposta militar

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A crise no Oriente Médio ganhou novos contornos depois que o Irã anunciou que irá retaliar Israel pelos bombardeios a alvos militares e nucleares.

Além disso, o país sinalizou que pode atingir bases dos Estados Unidos no Oriente Médio. A declaração veio por meio de um comunicado oficial divulgado pelas Forças Armadas iranianas.

Logo após o ataque, o governo do Irã classificou a ação como um “crime” e disse que a resposta será dura, proporcional e inevitável.

A frase-chave “Irã promete retaliação contra Israel” ganhou força tanto nas redes sociais quanto na mídia oficial do país, que reforça diariamente o tom das ameaças.

Discurso de guerra toma forma no Irã

Em pronunciamento transmitido pela TV estatal, o líder supremo Ali Khamenei afirmou que Israel “liberou sua mão sangrenta” contra o povo iraniano e que será punido por isso.

A frase foi interpretada como um endosso direto à resposta militar. Ainda segundo o pronunciamento, os EUA também serão responsabilizados por darem apoio político e logístico à operação israelense.

A retórica usada pelas autoridades indica que a retaliação não será apenas simbólica. Porta-vozes militares falam em “preço alto” a ser pago pelos dois países, o que levanta a possibilidade de ataques coordenados em diferentes frentes.

Bases americanas podem estar na mira

Segundo o Irã, alvos não se limitariam a Israel, e sim também a bases militares norte-americanas em países vizinhos como Iraque, Síria e Catar.

A menção explícita às estruturas dos EUA elevou o grau de alerta no comando militar americano, que já ordenou evacuações em pontos estratégicos.

Enquanto isso, aliados da OTAN monitoram a movimentação iraniana com cautela. O receio é de que uma escalada leve a ataques cruzados em territórios terceiros, ampliando o conflito para além das fronteiras originais.

Caminho sem volta?

A tensão entre Irã e Israel, que há décadas se manifesta em ameaças e confrontos indiretos, pode ter entrado em um novo estágio mais agressivo. A retaliação prometida pode ocorrer a qualquer momento, e o risco de envolvimento direto de outros países tornou-se mais real.

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Pena de morte no Brasil? Entenda a única situação em que ela é permitida pela Constituição https://todasasnoticias.com.br/pena-de-morte-no-brasil-quando-e-permitida/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=pena-de-morte-no-brasil-quando-e-permitida Mon, 22 Sep 2025 14:53:18 +0000 https://todasasnoticias.com.br/?p=5010 Você sabia que a pena de morte é permitida no Brasil em uma única situação? Entenda o que diz a Constituição e quando isso pode acontecer.

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Apesar de proibida, a pena de morte pode ser aplicada em um caso específico previsto em lei; veja quando isso se torna possível
A pena de morte não é adotada no sistema penal brasileiro e é expressamente proibida em tempos de paz. No entanto, uma exceção existe — e está prevista na própria Constituição. O tema costuma gerar dúvidas e despertar debates acalorados, mas a lei é clara quanto às condições em que esse tipo de punição extrema pode ser aplicado.
Embora raríssima, a possibilidade continua válida e pode ser colocada em prática caso o país entre em guerra oficialmente declarada. Entenda o que diz a legislação e por que essa previsão ainda está em vigor.

Quando a pena de morte pode ser aplicada no Brasil

A única exceção para a aplicação da pena de morte no Brasil está descrita no artigo 5º, inciso XLVII, alínea “a” da Constituição Federal. O texto afirma que a pena de morte é vedada, “salvo em caso de guerra declarada”.
Essa previsão também aparece no Código Penal Militar, que estabelece que crimes como traição, espionagem ou insubordinação em combate podem ser punidos com pena capital, desde que cometidos durante um conflito armado formal.

O que precisa acontecer para isso valer

Para que essa punição possa ser aplicada, é necessário que:
•O Brasil esteja em guerra declarada oficialmente pelo Presidente da República, com autorização do Congresso Nacional;
•O crime seja militar e cometido em contexto de combate, com grave risco à soberania nacional;
•A pena seja determinada dentro do sistema de Justiça Militar, com todas as garantias legais de defesa.
Em outras palavras, nenhum civil pode ser condenado à morte no Brasil, mesmo por crimes gravíssimos, a não ser que esteja envolvido em ações militares durante uma guerra oficialmente reconhecida.

Por que isso ainda está na lei?

A presença dessa exceção na Constituição tem origem na ideia de defesa extrema do Estado em situação de guerra. A lógica é permitir medidas duras contra atos considerados traição ou que coloquem o país em risco no campo de batalha.
Especialistas explicam que, mesmo sendo prevista em lei, a pena de morte nunca foi aplicada sob a Constituição de 1988, e tampouco há registros recentes de condenações efetivas com base nessa exceção.

O que muda em tempos de paz

Em tempos de paz, não há qualquer possibilidade legal de aplicar a pena de morte no Brasil. O direito à vida é considerado uma cláusula pétrea — ou seja, uma garantia que não pode ser alterada nem por emenda constitucional.
Isso significa que, mesmo se o Congresso decidisse alterar a lei, a medida seria inconstitucional, pois viola princípios fundamentais do Estado Democrático de Direito.
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EUA enviam porta-aviões ao Oriente Médio em meio à guerra entre Israel e Irã https://todasasnoticias.com.br/eua-enviam-porta-avioes-ao-oriente-medio-em-meio-a-guerra-entre-israel-e-ira/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=eua-enviam-porta-avioes-ao-oriente-medio-em-meio-a-guerra-entre-israel-e-ira Mon, 16 Jun 2025 21:01:19 +0000 https://todasasnoticias.com.br/?p=2730 A medida aumenta a tensão na região e eleva o alerta global de escalada no conflito

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Os Estados Unidos reposicionaram nesta segunda-feira (16) o porta-aviões nuclear USS Nimitz, um dos mais poderosos da frota americana, para o Oriente Médio, em resposta à intensificação dos ataques entre Israel e Irã.

A embarcação estava no Mar do Sul da China e seguiria para o Vietnã, mas teve a rota desviada de última hora, segundo a Embaixada dos EUA em Hanói .

Decisão estratégica em meio ao fogo cruzado

A movimentação foi classificada como uma “necessidade operacional emergente” e reforça a presença militar americana na região, que já conta com o porta-aviões USS Harry S. Truman desde maio. Fontes militares afirmam que o objetivo é “oferecer opções ao presidente Donald Trump”, diante da escalada de tensão entre Tel Aviv e Teerã.

Mais de 30 aviões-tanque também foram mobilizados

No mesmo período, mais de 30 aeronaves KC-135 e KC-46 da Força Aérea dos EUA decolaram de bases americanas em direção ao leste, cruzando o Atlântico.

Elas são utilizadas para reabastecimento aéreo e permitem ampliar o alcance de jatos militares como os utilizados por Israel nos bombardeios ao Irã.

Embora o governo americano afirme que não participou diretamente dos ataques israelenses, autoridades do Irã acusam Washington de cumplicidade, alegando que os mísseis utilizados por Israel foram fornecidos pelos EUA.

Quadro se agrava e negociação fica distante

O envio do USS Nimitz ocorre enquanto Israel e Irã trocam ataques pelo quarto dia consecutivo, com dezenas de mortos civis de ambos os lados. O Irã afirma que as negociações nucleares com os EUA estão praticamente inviabilizadas, após o novo episódio de confronto militar direto.

A movimentação coincide com a abertura da cúpula do G7 no Canadá, onde o tema Oriente Médio deve dominar os debates diplomáticos.

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Irã sinaliza cessar-fogo após ataques e propõe trégua se Israel também recuar https://todasasnoticias.com.br/ira-sinaliza-cessar-fogo-apos-ataques-e-propoe-tregua-se-israel-tambem-recuar/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ira-sinaliza-cessar-fogo-apos-ataques-e-propoe-tregua-se-israel-tambem-recuar Sun, 15 Jun 2025 18:40:32 +0000 https://todasasnoticias.com.br/?p=2616 Conflito no Oriente Médio se agrava com mísseis, retaliações e risco de guerra regional, mas Teerã diz estar disposto a parar se Tel Aviv fizer o mesmo

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Após dias de escalada violenta no Oriente Médio, o Irã afirmou neste domingo (15) que está disposto a suspender os ataques contra Israel, desde que o governo israelense também encerre sua ofensiva militar.

A declaração foi feita após Tel Aviv bombardear um campo de gás natural no Golfo Pérsico, localizado em área compartilhada entre Teerã e o Catar.

 destruição em cidade iraniana após ataque aéreo

(Foto: Reprodução/ X)

A fala foi interpretada como o primeiro gesto público de recuo por parte do regime iraniano desde que Israel lançou uma série de ataques contra instalações nucleares e alvos estratégicos em solo iraniano, matando ao menos 20 membros da cúpula militar do país. Em resposta, o Irã já havia disparado centenas de mísseis e drones contra alvos em território israelense.

Rebeldes houthis também entram em ação

A crise ganhou novos contornos com o envolvimento dos houthis do Iêmen, grupo apoiado por Teerã. Neste domingo, eles anunciaram ter participado de um ataque coordenado com o Irã, ampliando o temor de que o conflito atinja outros países da região. O grupo já vinha realizando ações no mar Vermelho e declarou apoio ao Hamas desde 2023.

Enquanto isso, o Hezbollah, braço militar do Irã no Líbano, sofreu baixas expressivas e teve sua estrutura enfraquecida após ações anteriores de Israel.

Outros aliados iranianos, como a Jihad Islâmica e milícias no Iraque e Síria, estão com capacidade limitada de atuação.

Israel mantém ofensiva e promete “resposta sem precedentes”

Mesmo com o aceno iraniano, o governo israelense mantém o tom de confronto. O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu afirmou que “o que o Irã viu até agora não é nada comparado ao que vem pela frente”. O ministro da Defesa, Israel Katz, declarou que “Teerã vai queimar” caso os ataques contra Israel continuem.

Neste sábado, instalações nucleares em Natanz e Isfahan foram severamente atingidas. A destruição das defesas aéreas iranianas no oeste do país teria aberto um “corredor seguro” para novas ofensivas aéreas, segundo o exército israelense.

EUA e Trump entram na conversa

O ex-presidente americano Donald Trump publicou uma declaração dizendo que “os EUA estão prontos para esmagar qualquer tentativa de agressão” contra suas forças, mas também afirmou que “um acordo de paz entre Irã e Israel pode ser facilmente feito” sem explicar como isso ocorreria na prática.

O governo iraniano acusou os Estados Unidos de dar “luz verde” para os ataques de Israel e disse que só atacará alvos americanos caso fique comprovado que estão impedindo sua retaliação.

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Israel x Irã: entenda a origem e os interesses por trás do conflito https://todasasnoticias.com.br/israel-x-ira-entenda-a-origem-e-os-interesses-por-tras-do-conflito/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=israel-x-ira-entenda-a-origem-e-os-interesses-por-tras-do-conflito Sun, 15 Jun 2025 06:28:06 +0000 https://todasasnoticias.com.br/?p=2543 Bombardeios recentes reacendem uma disputa antiga por influência no Oriente Médio e ampliam o temor de uma guerra regional

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A tensão entre Israel e Irã voltou a dominar as atenções internacionais depois de uma série de bombardeios que reacenderam o medo de uma guerra de grandes proporções no Oriente Médio. Desde a noite de quinta-feira (12), no horário de Brasília, Israel atacou cidades, bases militares e instalações ligadas ao programa nuclear iraniano. O Irã prometeu retaliação.

Por trás dessa nova ofensiva está uma disputa antiga por influência na região. Especialistas apontam que Israel, mesmo enfrentando uma crise política interna, aproveitou uma janela de oportunidade para tentar enfraquecer seu principal adversário estratégico: o Irã.

Um histórico de rivalidade

A origem do conflito entre Israel e Irã está na disputa por poder e influência no Oriente Médio. Israel é uma potência militar cercada por países com os quais mantém relações tensas. O país também é acusado de ocupar territórios palestinos e promover ataques sistemáticos na Faixa de Gaza.

Do outro lado, o Irã — uma república islâmica de maioria xiita — financia e apoia grupos considerados inimigos de Israel, como o Hezbollah no Líbano, o Hamas na Palestina e milícias no Iraque e no Iêmen. Esse conjunto de aliados é conhecido como “eixo de resistência” e tem sido liderado por Teerã ao longo das últimas décadas.

Nos últimos anos, porém, o Irã vem sofrendo sucessivos golpes, com perdas estratégicas atribuídas a Israel. Entre elas, a destruição de bases do Hezbollah, o enfraquecimento do governo sírio — que era aliado de Teerã — e, mais recentemente, a morte do presidente iraniano em um acidente de helicóptero em 2024.

O projeto expansionista de Israel

Para o professor Ronaldo Carmona, da Escola Superior de Guerra (ESG), o governo de Benjamin Netanyahu aproveitou o momento de fragilidade do Irã para levar adiante um antigo plano: o chamado “Grande Israel”, que prevê a ampliação da influência israelense e o enfraquecimento dos rivais na região.

Segundo ele, mesmo com forte desgaste político dentro do país, Netanyahu vê na atual conjuntura uma oportunidade para consolidar seu projeto estratégico.

A crise nuclear

Outro fator que intensificou os ataques foi uma resolução aprovada pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), afirmando que o Irã não vem cumprindo os compromissos de transparência sobre seu programa nuclear. A agência aponta que o país já acumula 400 quilos de urânio enriquecido a 60% — patamar próximo ao necessário para a fabricação de bombas atômicas.

No dia seguinte à aprovação da resolução, Israel bombardeou fábricas de armamentos e instalações nucleares iranianas, matando cientistas e militares. Teerã classificou o ataque como agressão direta e prometeu reagir.

Acusações mútuas

Israel acusa o Irã de tentar desenvolver armas nucleares que poderiam ser usadas contra seu território. Já o Irã nega e afirma que seu programa atômico é voltado exclusivamente para fins pacíficos, como a produção de energia e a medicina nuclear.

Teerã também alega ser alvo de uma campanha política liderada pelos Estados Unidos, França, Grã-Bretanha e Alemanha — com influência direta de Israel.

Enquanto isso, Israel continua sendo um dos poucos países que nunca assinou o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) e, segundo especialistas, possui cerca de 200 ogivas nucleares, embora nunca tenha confirmado oficialmente.

*Com informações da Agência Brasil

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