Hipertensão Archives - Todas as Notícias https://todasasnoticias.com.br/tag/hipertensao/ Você pode dentro de tudo que está acontecendo Sat, 20 Sep 2025 23:05:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/todasasnoticias.com.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-91529792-b223-4aed-a3cb-9986dbfe9897.png?fit=32%2C32&ssl=1 Hipertensão Archives - Todas as Notícias https://todasasnoticias.com.br/tag/hipertensao/ 32 32 209477406 Pressão 12×8 deixa de ser considerada normal no Brasil; veja como a mudança afeta milhões de pessoas https://todasasnoticias.com.br/pressao-12x8-deixa-de-ser-considerada-normal-no-brasil-veja-como-a-mudanca-afeta-milhoes-de-pessoas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=pressao-12x8-deixa-de-ser-considerada-normal-no-brasil-veja-como-a-mudanca-afeta-milhoes-de-pessoas Sat, 20 Sep 2025 23:05:24 +0000 https://todasasnoticias.com.br/?p=4941 Nova diretriz médica classifica 12x8 como pré-hipertensão e acende alerta para prevenção precoce de doenças cardiovasculares.

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Muitos brasileiros cresceram ouvindo que pressão 12 por 8 era sinônimo de saúde perfeita. Mas isso mudou.

De acordo com a nova Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, a tradicional 12×8 deixa de ser considerada “pressão normal” e passa a ser classificada como pré-hipertensão.

Afinal, a mudança, elaborada por especialistas da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), tem como principal objetivo detectar o risco mais cedo e ampliar a prevenção.

O que agora é considerado pressão normal?

Com a nova diretriz, os valores de referência foram atualizados. A pressão abaixo de 12×8 (como 11×7 ou 10,5×7,5) passou a ser considerada ideal.

Já quem apresenta 120×80 mmHg ou mais entra na faixa de pré-hipertensão, o que não significa uma doença instalada, mas sim um sinal de atenção.

Entretanto, essa classificação ajuda os médicos a identificar pessoas que precisam mudar hábitos antes de desenvolverem hipertensão de fato, uma condição crônica que afeta milhões de brasileiros.

Por que essa mudança foi feita?

Segundo os especialistas, o conceito de “pressão ideal” mudou porque os riscos cardiovasculares já começam a subir em níveis considerados antes como normais.

Estudos recentes mostram que, mesmo com 12×8, a probabilidade de infarto, AVC e problemas renais aumenta discretamente, especialmente em pessoas sedentárias, obesas ou com histórico familiar.

Contudo, a nova diretriz propõe que a faixa-alvo de pressão em tratamentos seja abaixo de 13×8, independentemente da idade ou sexo, para diminuir complicações de longo prazo.

Como a mudança impacta a população

Com a atualização, milhões de brasileiros agora são considerados em pré-hipertensão, o que exige mais acompanhamento e mudanças no estilo de vida.

Entre as principais recomendações estão:

  • Redução do sal e de alimentos ultraprocessados
  • Prática regular de exercícios físicos
  • Controle do peso e da glicemia
  • Monitoramento da pressão em casa
  • Acompanhamento médico periódico

Portanto, o objetivo da diretriz não é alarmar a população, mas sim incentivar o cuidado precoce. Isso evita que pessoas só descubram a hipertensão quando já há danos mais sérios no organismo.

E quem sempre teve a pressão 12 por 8?

De acordo com os cardiologistas, quem sempre teve 12×8 não precisa se desesperar. A nova classificação serve como um aviso para reforçar hábitos saudáveis. A recomendação agora é conversar com um médico e avaliar o risco individual.

Contudo, cada paciente deve ser orientado de forma personalizada, levando em conta idade, histórico familiar e presença de outros fatores de risco.

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Casos de hemodiálise disparam no Brasil e acendem alerta sobre hipertensão https://todasasnoticias.com.br/casos-de-hemodialise-disparam-no-brasil-e-acendem-alerta-sobre-hipertensao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=casos-de-hemodialise-disparam-no-brasil-e-acendem-alerta-sobre-hipertensao Tue, 13 May 2025 16:28:56 +0000 https://todasasnoticias.com.br/?p=897 Número de pacientes com doença renal crônica sobe 57,6% em uma década; Goiás registra 4,9 mil em tratamento pelo SUS

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O número de brasileiros que dependem da hemodiálise para sobreviver aumentou 57,6% nos últimos dez anos, alcançando mais de 155 mil pessoas em 2023, segundo dados do Censo da SBN (Sociedade Brasileira de Nefrologia). O crescimento expressivo preocupa especialistas e chama atenção para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença renal crônica (DRC), especialmente entre grupos mais vulneráveis.

Entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento da DRC estão a hipertensão arterial, o diabetes, a obesidade, o histórico familiar e o envelhecimento. No entanto, a hipertensão merece atenção especial, destacam especialistas. De acordo com Pedro Junqueira, médico urologista com doutorado pela USP (Universidade de São Paulo), a doença, muitas vezes assintomática, vai lesionando os vasos sanguíneos dos rins de forma silenciosa. “Quando o problema aparece, o órgão já está comprometido”, explica.

O alerta ganha ainda mais relevância no mês de maio, com a chegada do Dia Mundial da Hipertensão, celebrado no dia 17. A data busca conscientizar a população sobre os impactos da pressão alta, que atinge cerca de 38 milhões de brasileiros adultos, de acordo com o Ministério da Saúde.

“É essencial que pacientes com hipertensão incluam em seus exames de rotina um teste de creatinina, que avalia indiretamente a função renal, e um exame de urina simples, que detecta perda de proteína. Esses são os primeiros sinais de lesão nos rins”, orienta o médico, sinalizando que, a depender do caso, a hemodiálise será a única solução.

As sessões de hemodiálise – tratamento que substitui artificialmente a função dos rins – costumam ser realizadas de duas a três vezes por semana, com duração média de quatro horas. “É um procedimento desgastante, que impõe mudanças profundas na rotina do paciente e da família. O mais grave é que, na maioria dos casos, a progressão da doença poderia ter sido evitada com acompanhamento adequado”, afirma Junqueira.

Cenário regional

Em Goiás, a situação reflete o cenário nacional. Dados da SES-GO (Secretaria de Estado da Saúde) revelam que existem 4,9 mil pacientes renais crônicos em tratamento de hemodiálise pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no estado. Para ampliar o acesso ao tratamento, a secretaria aumentou em quatro unidades a rede de TRS (Terapia Renal Substitutiva), elevando para 36 o número de estabelecimentos com esse serviço em Goiás.

Especialistas apontam que a prevenção começa com hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, prática regular de atividade física, controle do peso e abandono do tabagismo. Além disso, a conscientização sobre a saúde renal precisa entrar na pauta da atenção básica.

“A doença renal crônica cresce em ritmo alarmante no Brasil e o caminho mais eficaz para frear essa curva é a prevenção. A data mundial do rim, celebrada em março, e o Dia da Hipertensão, em maio, são oportunidades de colocar o tema no centro do debate”, conclui Junqueira.

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