O Imposto de Renda 2025 pode sofrer mudanças importantes a partir desta quarta-feira (1º), quando a Câmara dos Deputados deve votar o projeto que altera as faixas de cobrança no país.
A proposta isenta trabalhadores que ganham até R$ 5 mil por mês e cria alíquotas adicionais para os mais ricos, o que pode mexer diretamente no orçamento de milhões de brasileiros.
Portanto, o texto prevê que pessoas com rendimentos mensais de até R$ 5 mil fiquem livres da cobrança. Já contribuintes com renda anual acima de R$ 1,2 milhão devem enfrentar uma alíquota extra de até 10%.
O governo aposta nessa compensação para equilibrar a perda de arrecadação e cumprir a promessa de aliviar a carga tributária sobre a classe média.
Promessa de campanha em foco
Contudo, a votação foi marcada como prioridade na agenda do Congresso. O presidente Lula havia prometido elevar a faixa de isenção do Imposto de Renda, e a medida é tratada como um compromisso político do governo.
O relator da proposta também ajustou a faixa intermediária, ampliando de R$ 7 mil para R$ 7,35 mil, numa tentativa de reduzir saltos bruscos na transição entre as tabelas.
Apesar do clima de urgência, parlamentares da oposição questionam a viabilidade fiscal do projeto.
Críticos alegam que a cobrança maior sobre as rendas mais altas pode não ser suficiente para compensar as perdas.
Afinal, outros alertam para o risco de desestímulo a investimentos, caso a carga tributária sobre grandes patrimônios se torne excessiva.
O impacto direto para a população
Se aprovado, o novo Imposto de Renda deve beneficiar milhões de trabalhadores que passarão a ficar isentos já na próxima declaração.
Contudo, para quem se enquadra nas faixas mais altas, haverá aumento na tributação. Na prática, a proposta tem potencial de redefinir o planejamento financeiro de famílias de diferentes classes sociais e de influenciar diretamente o consumo no país.
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